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Sindicato das academias do DF já contabilizou mais de 4.400 demissões

Sindicato encaminhou ao GDF um pedido de reabertura gradual do setor


Sentindo muito a crise provocada pela pandemia de coronavírus, o Sindicato das academias do DF encaminhou ao GDF um pedido de reabertura gradual do setor, com uma cartilha estabelecendo regras para que os espaços funcionem de forma segura.


As academias do Distrito Federal seguem fechadas há mais de um mês, e muitos clientes estão optando por cancelar os planos, já que não podem usar o serviço. A debandada dos clientes chegou a 40%, e, por causa disso, o Sindicato das Academias do DF já contabilizou mais de 4.400 demissões no setor.


Diante de um cenário como esse, o sindicato solicitou ao GDF a reabertura gradual dos espaços. A ideia é que seja adotado um plano de ação com um protocolo de segurança, como uso de máscara por todos os funcionários e clientes, medição de temperatura, distanciamento de pelo menos um metro e meio entre os usuários e até o fechamento da academia algumas vezes ao dia para higienização.


O José Heitor é dono de uma academia no jardim botânico, e destaca que o setor tem um papel fundamental nos dias de hoje, já que a estrutura não é usada apenas para que os clientes mantenham um corpo bonito, mas também para garantir a saúde com a prática de atividades físicas.


Outras propostas que foram colocadas na cartilha incluem a limitação da quantidade de alunos, espaçamento de aparelhos de cardio, como esteiras, e a mesma medida com o uso de armários. Além disso, os bebedouros só poderão ser usados para encher garrafas individuais. A presidente do Sindicato das academias do DF, Thais Yeleni, afirmou que, se o setor demorar a voltar, muitos outros trabalhadores serão demitidos.


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